É triste, mas é sabido que um dia todos se vão. Este blog lamenta profundamente a perda de dois de seus queridos.
Minha doce avó materna e meu escritor favorito. Dois mineiros, um de Guaxupé, o outro de Belo Horizonte. Um nunca saiu do Brasil, saiu foi de sua terra para São Paulo para casar-se com meu avô. O outro jovem foi morar em Nova York, falou línguas, conheceu pessoas, viveu vidas e escreveu histórias. Dois mineiros tão importantes deixarão lembranças.
Dois mineiros com uma capacidade incrível de descrever o cotidiano próprio ou alheio, sem cair em mesmices e lugares comuns que fazem o ouvinte bocejar. Um usava o improviso, a experiência, a vida vivida a cada dia com fé e luta. O outro, somado a tudo isso, usava a técnica, a formação, a cultura refinada.
Dois mineiros, daqueles que dá gosto se sentar á varanda, tomar café com bolo e ouvi-los contar histórias da vida por horas a fio.
Até um dia, Francisca. Até um dia, Fernando.
Minha doce avó materna e meu escritor favorito. Dois mineiros, um de Guaxupé, o outro de Belo Horizonte. Um nunca saiu do Brasil, saiu foi de sua terra para São Paulo para casar-se com meu avô. O outro jovem foi morar em Nova York, falou línguas, conheceu pessoas, viveu vidas e escreveu histórias. Dois mineiros tão importantes deixarão lembranças.
Dois mineiros com uma capacidade incrível de descrever o cotidiano próprio ou alheio, sem cair em mesmices e lugares comuns que fazem o ouvinte bocejar. Um usava o improviso, a experiência, a vida vivida a cada dia com fé e luta. O outro, somado a tudo isso, usava a técnica, a formação, a cultura refinada.
Dois mineiros, daqueles que dá gosto se sentar á varanda, tomar café com bolo e ouvi-los contar histórias da vida por horas a fio.
Até um dia, Francisca. Até um dia, Fernando.